Teresa V. Vaz

Sinopse

Tuvalu fora do Tuvalu tem como premissa evocar o primeiro país a desaparecer devido às alterações climáticas – especificamente a subida do nível do mar – não para fazer futurologia, mas para pensar sobre futuro, sobretudo no que toca à figura do migrante climático que, ainda sem estatuto legal, constitui, porém, uma realidade. Os territórios mais vulneráveis à subida do nível do mar, em Portugal servem de terreno fértil, fora do Tuvalu, para abordar estas questões.

 

Bio

Teresa V. Vaz | Lisboa, 1988. Frequenta o doutoramento na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, na área de Estudos Artísticos de Teatro e de Performance. Mestre em gestão cultural pela Universidade Politécnica de Valência, Espanha, 2014. Licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema – ramo atores, Lisboa, 2018. Entre 2010 e 2012 esteve em Valência a integrar o projeto profissional Estudio del Arte para el Actor no Laboratorio de Arte en Vivo com Dario Valtancoli. Desde 2014 é mediadora artística no Serviço de Participação e famílias da Fundação Culturgest. Entre 2014 e 2015 como atriz, dramaturga e encenadora desenvolveu o projeto Amor, Desamor, Amor: contado em pequenas histórias de solidão, apresentado em diversos espaços não convencionais da cidade de Lisboa. Desde 2018 é cofundadora, juntamente com Afonso Viriato, Helena Caldeira e Miguel Ponte da estrutura artística Bestiário onde encenou Atmavictu (2018), Homem-agem (2020), Galeria (2021), Homo Sacer (2023) em coprodução com o TNDM II e Nós somos as netas de todas as bruxas que vocês não conseguiram queimar (2024), codirigiu Parlamento Shakespeare (2019) e Parlamento Grimm (2020). Atmavictu, a sua segunda encenação, foi distinguida pelo Blog Comunidade Cultura e Arte como um dos “15 momentos memoráveis de Teatro em Lisboa em 2018” e as “20 melhores peças de teatro de 2018 em Portugal”.

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